quarta-feira, 18 de março de 2026

Ano de eleições, a mesma reflexão

Ano de eleição sempre me vem a reflexão de: votar faz mesmo a diferença? Bom, acho que a história já nos provou que sim. As vezes o óbvio acontece, o candidato favorito vence. Mas as vezes o surpreendente também acontece, aquele candidato azarão que falava absurdos acaba agradando o povo e se elegendo.

Mesmo com todas as possibilidades a gente sabe que vai entrar alguém que eventualmente vai estar envolvido direta ou indiretamente com corrupção. Tudo bem, o ser humano é corrupto por natureza e sabemos mais ou menos o que esperar. O sistema democrático e capitalista tem formas de se navegar. Vendemos hora para alguém e em troca ganhamos dinheiro para poder realizar sonhos pessoais. Sortudos aqueles que tem essa opção. Tem gente que só vende o tempo e não consegue fazer nada com o que sobra.

Mais uma vez vamos votar e vamos sofrer as consequências do voto da maioria. Somos cúmplices para o bem e para o mal. O sistema continua o mesmo, os atores as vezes muda as vezes não, mas precisamos continuar ganhando para comer e morar, e pagar as contas que se acumulam. Queremos um lugar ao sol, principalmente se trabalhamos para isso. 

Sempre tenho a sensação de votar no menos pior. Já me arrependi de alguns votos e de outros tive orgulho. Meus candidatos já ganharam e já perderam e assim é o jogo. Fico pensando se vivêssemos em um sistema diferente. Um sistema que todos tivessem suas necessidades básicas atendidas. Ninguém mora na rua, ninguém passa fome e todos tem acesso à educação. Minimamente, era isso que eu desejaria para a humanidade. Vão me chamar de comunista só por causa disso. Bom, que assim seja.

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